Quem Somos

Conheça um pouco da Credicitrus

Somos uma cooperativa de crédito de livre admissão.

Oferecemos aos associados um amplo portfólio de produtos e serviços financeiros para pessoas físicas e jurídicas.

Diretoria e Conselho

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Marcos Lourenço Santin – Presidente

Maria Tereza de Souza Lima Uchôa – Vice-Presidente

Antonio Julio Junqueira de Queiroz – Vogal

Carlos Eduardo Porto Miglino – Vogal

Claudemir Strachicini – Vogal

Maria Áurea Trindade Lopes Poleselli – Vogal

Raul Huss de Almeida – Vogal

 

CONSELHO FISCAL

Fernando Moura Botti – Efetivo

Charles Alecsander Teixeira – Efetivo

Marcos Antonio Mutton Jr. – Efetivo

Alberto Kazuaki Setoguchi – Suplente

Carlos Eduardo Prudente Correa Jr. – Suplente

DIRETORIA EXECUTIVA

Walmir Fernandes Segatto – Diretor-presidente Executivo

Denise Tereza da Silva de Almeida – Diretora de Governança, Riscos e Compliance

Domingos Sávio Oriente Franciulli – Diretor Comercial

Marcelo Antônio Soares – Diretor de Operações

Marcelo Martins – Diretor de Tecnologia e Gestão

Somar forças para gerar prosperidade, transformar vidas e desenvolver a comunidade.

Ser excelência no atendimento fundamentada nos princípios do cooperativismo.

Atender as necessidades dos cooperados com soluções financeiras inovadoras e confiáveis estimulando a economia colaborativa e contribuindo para o desenvolvimento da comunidade.

Constituem-se na base ética da Sicoob Credicitrus, em seu relacionamento com os públicos interno e externo: Responsabilidade social, Transparência, Diversidade, Inovação e Solidez.

Cooperativismo promove desenvolvimento humano – O cooperativismo de crédito proporciona benefícios diretos e indiretos para todos: o cooperado, sua família, seus empregados e a comunidade em que vive. Gera empregos, renda e progresso, e contribui para a distribuição das riquezas geradas nas localidades em que está presente.

Tudo no cooperativismo é feito às claras, com informações abertas e acessíveis a todos os associados, em benefício da segurança e da racionalidade de suas decisões.

Capacidade de atender, com a mesma eficiência e igual atenção para todos, as necessidades e os interesses de pessoas físicas e jurídicas dos mais variados ramos de atividade.

Firme no presente com os olhos no futuro – A busca de novas soluções e de melhorias contínuas, sempre tendo como alvos o benefício do cooperado e o fortalecimento da Cooperativa tem sido uma das características mais marcantes da permanente evolução da Credicitrus.

Base forte garante crescimento contínuo – Resultado de cuidadoso planejamento e práticas alicerçadas em regras operacionais rígidas, a solidez é a base essencial para a Cooperativa enfrentar dificuldades, vencer desafios e prosseguir em expansão, fortalecendo continuamente a confiança do cooperado.

Nossa História

A Credicitrus foi fundada em 14 de setembro de 1983 por 24 produtores rurais dos municípios paulistas de Bebedouro e Monte Azul Paulista, sob a liderança de Walter Ribeiro Porto e Leopoldo Pinto Uchôa. Desde o início, teve sua sede em Bebedouro.

Foi constituída para ser o braço financeiro da Coopercitrus (então Cooperativa dos Cafeicultores e Citricultores de São Paulo, hoje Cooperativa de Produtores Rurais), fundada em 1976 e que, então, já era uma das maiores e mais fortes cooperativas agropecuárias do Brasil.

Assim, suas primeiras unidades foram instaladas nas lojas desta cooperativa, à qual permaneceu vinculada até 1997, quando foi constituído o Banco Cooperativo do Brasil. Teve início, nesse ano, seu programa de expansão, passando a ocupar unidades autônomas nos municípios em que se instalou.

DIRETORES AO LONGO DA HISTÓRIA

Walter Ribeiro Porto foi o primeiro presidente da Credicitrus, permanecendo no cargo até sua morte, no ano 2000, quando foi substituído por Leopoldo Pinto Uchôa.

Leopoldo Pinto Uchôa foi, desde o início, o principal executivo da nova cooperativa. Responsável pelas articulações, junto às autoridades federais e aos produtores rurais, que resultaram na sua fundação, ocupou inicialmente o cargo de diretor de Crédito Rural e permaneceu na presidência até abril de 2008, quando faleceu.

Raul Huss de Almeida substituiu Leopoldo Uchôa e permaneceu no cargo até 2018. Vale ressaltar que, durante esse período, foi instituído um novo modelo de governança na Cooperativa. Desde sua fundação, seu principal órgão dirigente era o Conselho de Administração, eleito em Assembleia Geral Ordinária, sendo que o diretor-presidente e os demais diretores eram membros do Conselho.

Em 2014, foi instituído o novo modelo, com segregação de funções, de acordo com regras do Banco Central do Brasil. As operações do dia a dia passaram a ser conduzidas por uma Diretoria Executiva (diretor-presidente e diretores de áreas especializadas), subordinada ao Conselho de Administração e às suas diretrizes estratégicas.

O novo modelo foi implantado parcialmente em 2014, pois ainda foi designado para o cargo de diretor-presidente executivo um membro do Conselho de Administração. Na AGO de 2018, a segregação de funções se completou e permanece em vigor.

Siguetoci Matusita, conselheiro eleito, ocupou o cargo de diretor-presidente executivo de 2014 a 2018, enquanto Raul Huss de Almeida permaneceu na presidência do Conselho de Administração.

Marcos Lourenço Santin foi eleito presidente do Conselho de Administração em 2018, quando Walmir Fernandes Segatto foi nomeado diretor-presidente executivo, tendo sob seu comando as Diretorias Comercial, de Operações, de Tecnologia e Gestão e de Governança, Riscos e Compliance.

Modelo de negócios vencedor

PERFIL DOS ASSOCIADOS

A denominação inicial, adotada no ato de fundação, em 1983, foi Cooperativa de Crédito Rural de Bebedouro. Em 1984, foi substituída por Cooperativa de Crédito Rural Coopercitrus, com a sigla Credicitrus. O objetivo da mudança foi tornar evidente a sua ligação com a Coopercitrus, já consolidada e muito respeitada, e assim associar seu nome ao atendimento das necessidades dos produtores rurais.

Em 2010, denotando sua vinculação ao Sistema Brasileiro de Cooperativas de Crédito (Sicoob), adotou a sigla Sicoob Credicitrus. Nesse ano, foi autorizada pelo Banco Central a admitir como associados pessoas físicas e jurídicas de outros segmentos, como engenheiros agrônomos, veterinários, zootecnistas, médicos e demais profissionais de saúde, além de micro e pequenos empresários.

Em 2015, atendendo a orientação do Banco Central do Brasil, tornou-se cooperativa de livre admissão, recebendo como associados pessoas físicas e jurídicas de qualquer ramo de atividade.

INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS TRADICIONAIS X COOPERATIVAS

São apresentadas a seguir as diferenças entre os dois tipos de organização, que explicam o crescente sucesso do modelo cooperativista no mundo.

A instituição financeira tradicional pertence a um pequeno número de sócios, que buscam o máximo lucro sobre o capital investido. Seu lucro provém dos juros, das tarifas e dos encargos incidentes sobre as operações e movimentações dos clientes. Nesse modelo, os clientes não têm poder de decisão sobre a atuação da instituição. Apenas utilizam seus produtos e serviços e pagam os preços fixados.

Nas cooperativas financeiras, a relação é diferente. O associado é, ao mesmo tempo, “sócio” e “cliente” – ou, em termos mais apropriados, coproprietário e beneficiário, obtendo vantagens nas duas condições.

Para ingressar na cooperativa, deve adquirir um certo número de cotas de capital. Assim, torna-se coproprietário da organização e, nessa condição, adquire o direito de usufruir os produtos e serviços que esta oferece em condições mais vantajosas. Como a cooperativa não tem fins lucrativos, os custos de todas as suas operações são inferiores aos de mercado.

Com as cotas adquiridas ao ingressas na cooperativa e outras que pode adquirir sempre que desejar, o cooperado fortalece a cooperativa, que lhe pertence de forma compartilhada com os demais associados, participa de suas decisões e de seus resultados e cria uma reserva financeira que poderá resgatar no futuro.  Esse capital social pertencente a cada cooperado é corrigido anualmente e ainda recebe o aporte das sobras de cada exercício, proporcionalmente às suas respectivas movimentações.

A força do sistema no Brasil

O Sistema Nacional de Crédito Cooperativo vem crescendo de forma consistente.

  • Número de cooperativas: 873 singulares ativas. Esse número vem decrescendo gradativamente. Eram 1.060 em 2015, caindo para 1.016, 967 e 965, respectivamente, nos três anos seguintes. Essa queda decorre principalmente da incorporação de organizações com dificuldades ou problemas de gestão por cooperativas mais sólidas, contribuindo para o fortalecimento econômico-financeiro do SNCC e a preservação de sua imagem perante o público.
  • Número de associados: 10,9 milhões,sendo 9,4 milhões de pessoas físicas e 1,5 milhão de pessoas jurídicas.
  • Presença geográfica: cerca de 2.800 municípios brasileiros contam com unidades de atendimento de cooperativas de crédito. Em termos de concentração, a desigualdade é grande. As cooperativas estão presentes em 93% dos municípios da região Sul e em apenas 11% na região Nordeste.
  • Operações de crédito:R$ 150 bilhões concedidos no ano em todas as modalidades de crédito e financiamento, sendo R$ 82 bilhões para pessoas físicas e R$ 68 bilhões para pessoas jurídicas, principalmente para pequenas e médias empresas.
  • Participação no Sistema Financeiro Nacional:  o peso do SNCC vem aumentando pouco a pouco, mas ainda é modesto. Responde por 6,0% dos depósitos (4,1% em 2015) e 4,6% das operações de crédito (2,6% em 2015).